Por um problema técnico (esqueci a câmera no Rio), este foi um dos raros registros da minha passagem por MOC – Montes Claros – durante o Psiu Poético 2009. Convidado de improviso, falei alguns poemas meus e de Paulo Leminski no salão nobre da Sec. de Cultura. Mais tarde, como estava previsto, fiz comentários sobre o curta Meu nome é Paulo Leminski, no Cine SESC. Foto de Deomídio Macedo.
O pauloleminski é um cachorro louco que deve ser morto a pau a pedra a fogo a pique senão é bem capaz o filhodaputa de fazer chover em nosso piquenique
Fiquei impressionada com o livro. Paulo Leminski é muita coisa, e sendo assim, fica difícil de interpretar os seus poemas. É, um bandido. Um bandido como o povo que defendeu o Brasil e valorizou/valoriza a cultura.
Nasci em Curitiba, outubro de 1947. Primeiro trabalho como jornalista no Diário do Paraná (Emissoras Associadas), suplemento cultural DP Domingo, em 1969;
em 1971, trabalhei como repórter e editor no Diário da Tarde (grupo Gazeta do Povo); primeiro trabalho em publicidade na JG Publicidade, em Curitiba, 1972. No Rio de Janeiro, a partir de 1974, trabalhei para a TV Bandeirantes (Rio) como editor durante dois anos. Na Rede Globo, também como editor, foram mais 14 anos, incluindo oito meses como editor/produtor em Nova York. Chefe de Redação da Rede SBT em Nova York, 1996.
Repórter especial da revista Náutica e editor da revista Pesca Esportiva (Editora Grupo Um - SP), de 1998 a 2002.
Publiquei, ao longo dos anos, artigos e reportagens no Jornal do Brasil, O Globo, revista Manchete, ISTOÉ e site NoMínimo.com. Escrevi as biografias de dois poetas importantes: Paulo Leminski e Torquato Neto. As outras biografias são: Edwiges, a santa libertária (Objetiva) e O Rei do Cinema, a extraordinaria historia de Luiz Severiano Ribeiro. Em 2011 foi lançado Solar da Fossa, um território de impertinências, idéias e ousadias (Casa da Palavra).
Um comentário:
O pauloleminski
é um cachorro louco
que deve ser morto
a pau a pedra
a fogo a pique
senão é bem capaz
o filhodaputa
de fazer chover
em nosso piquenique
Fiquei impressionada com o livro. Paulo Leminski é muita coisa, e sendo assim, fica difícil de interpretar os seus poemas. É, um bandido. Um bandido como o povo que defendeu o Brasil e valorizou/valoriza a cultura.
Abraços Toninho!
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