Da série Coisas de Repórter. No remoto ano de 1970, quando ainda existiam os grandes estúdios de Hollywood, abundavam os coquetéis de celebridades de cinema (hoje são da televisão). A Columbia Pictures, representada por seus diretores americanos, foi anfitriã deste encontro do repórter Toninho Vaz, do Diário do Paraná, comPaulo José, o mais popular ator brasileiro da época – graças aos sucessos deEdu Coração de Ouro e Todas as mulheres do mundo. Estavam presentes o diretor Walter Hugo Khoury, a atriz Adriana Prieto (argentina, já falecida) e o ator Jece Valadão. Foi no Country Clube do Rio de Janeiro. (Fotógrafo não identificado)
Toninho, bacana ver Paulo José no auge que não se verga, feito bambu. Este Senhor Teatro é também Senhor TV, Senhor Cinema, Senhor interprete. Aliás, a palavra sempre foi dele por mais que nos apropriemos do trabalho desse velho moço.
Nasci em Curitiba, outubro de 1947. Primeiro trabalho como jornalista no Diário do Paraná (Emissoras Associadas), suplemento cultural DP Domingo, em 1969;
em 1971, trabalhei como repórter e editor no Diário da Tarde (grupo Gazeta do Povo); primeiro trabalho em publicidade na JG Publicidade, em Curitiba, 1972. No Rio de Janeiro, a partir de 1974, trabalhei para a TV Bandeirantes (Rio) como editor durante dois anos. Na Rede Globo, também como editor, foram mais 14 anos, incluindo oito meses como editor/produtor em Nova York. Chefe de Redação da Rede SBT em Nova York, 1996.
Repórter especial da revista Náutica e editor da revista Pesca Esportiva (Editora Grupo Um - SP), de 1998 a 2002.
Publiquei, ao longo dos anos, artigos e reportagens no Jornal do Brasil, O Globo, revista Manchete, ISTOÉ e site NoMínimo.com. Escrevi as biografias de dois poetas importantes: Paulo Leminski e Torquato Neto. As outras biografias são: Edwiges, a santa libertária (Objetiva) e O Rei do Cinema, a extraordinaria historia de Luiz Severiano Ribeiro. Em 2011 foi lançado Solar da Fossa, um território de impertinências, idéias e ousadias (Casa da Palavra).
4 comentários:
Você não tinha 30 anos nessa, hein, Toninho?
rs...para ser exato, 33. diga, 33.
abc
Toninho, bacana ver Paulo José no auge que não se verga, feito bambu. Este Senhor Teatro é também Senhor TV, Senhor Cinema, Senhor interprete. Aliás, a palavra sempre foi dele por mais que nos apropriemos do trabalho desse velho moço.
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