Rodrigo Garcia Lopes, Marco Vasques e Mauricio Mendonça contam o que sabem sobre o “universo leminskiano”. Casa cheia no evento literario. Foto de Toninho Vazquarta-feira, 30 de setembro de 2009
Londrix 2009
Rodrigo Garcia Lopes, Marco Vasques e Mauricio Mendonça contam o que sabem sobre o “universo leminskiano”. Casa cheia no evento literario. Foto de Toninho Vazsegunda-feira, 28 de setembro de 2009
Londrix 2009
Aconteceu em Londrina, no festival de livros e artes. Minha palestra foi sexta-feira, 25 de setembro, sobre Paulo Leminski, O Bandido que sabia latim. Casa cheia novamente. (Roubaram a câmera do Marco e ficamos sem o registro da palestra).
Com Marcos Losnak, poeta e organizador do evento Londrix 2009. Foto de Marco Vasques - feita com a minha câmera. O Marcos edita a revista Coyote, em Londrina.
Durante entrevista a estudantes de Cascavel que preparam documentário sobre O Bandido que sabia latim. Foto de Marco Vasques, poeta de Floripa.
Com Marcos Losnak, poeta e organizador do evento Londrix 2009. Foto de Marco Vasques - feita com a minha câmera. O Marcos edita a revista Coyote, em Londrina.
Durante entrevista a estudantes de Cascavel que preparam documentário sobre O Bandido que sabia latim. Foto de Marco Vasques, poeta de Floripa. sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Agora, Londrix 2009
Amigos,no dia 25 de setembro, próxima sexta-feira, estarei no 5. Londrix – festival literário de Londrina, onde faço palestra sobre a poética de Paulo Leminski. Um privilégio, pois estarei trabalhando ao lado de almas sensíveis e de poetas como Marco Vasques (meu amigo de Floripa), Marcos Losnak (espécie rara de coyote), Rodrigo Garcia Lopes (ainda vamos encenar, juntos, Ramelete e Maquebete, para desopilar grilhões), e outras almas que ainda encontrarei.
O Londrix, este ano, homenageia Leminski, o poeta do Pilarzinho.
Como diria Ezra Pound, “não se pode ensinar literatura para alguém, mas se pode nitidamente ensinar alguém a distinguir entre uma e outra espécie de livros”.
Na minha palestra, vou tentar abordar o Paideuma leminskiano. Para desopilar grilhões. É melhor do que brincar de ludo-ludo-real.
Toninho Vaz, autor de O Bandido que sabia latim
domingo, 13 de setembro de 2009
Conversa informal
terça-feira, 1 de setembro de 2009
São João del-Rei, veja como foi
Sobre letras e livros
domingo, 30 de agosto de 2009
Poetas aos montes
Sessão maldita para Leminski

Chacal, o poeta da Nuvem Cigana e do CEP 20.000 faz leitura de poemas de Paulo Leminski para uma platéia atenta e participativa. Na primeira fila (a partir da esquerda) a escritora Branca de Paula, o jornalista Carlos Alenquer (de pernas cruzadas), Alice Ruiz e Marcelino Freire, que escolhem poemas para dizer. A sessão maldita que homenageava o bandido que sabia latim terminou depois de meia-noite, claro! Com a garotada em peso, levando nas mãos suas latinhas de cerveja. Foi super. Foto Toninho Vaz
Anos loucos - poesia e literatura
Estou chegando do 3º. Felit, o festival literário que debateu os Anos Loucos, poesia e literatura malditas. Participei de uma mesa com Alice Ruiz, quando o assunto foi Música e Poesia: artes e manhas de uma época. A pacata cidade mineira, invadida por poetas e criadores, reagiu com hospitalidade. Foto Toninho Vaz

Dias azuis nesta nova temporada de palestras e debates. com direito a clima de montanha. Na foto acima, um velho hippie encontra os novos hippies do grupo Manicômicos.

Tudo de bom no 3o. Felit, em São João del-Rei. Casas cheias e muita conversa sobre literatura e poesia durante quatro dias. Na foto, Chacal, Alice Ruiz e...uma parede de tijolinhos. Foto de Elvis, o seguranca.
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Leminski na TV Brasil
terça-feira, 30 de junho de 2009
Leminski em Penápolis
A noite de poesia
Penápolis - 20 anos depois
quarta-feira, 27 de maio de 2009
terça-feira, 14 de abril de 2009
Leminski, 20 anos depois - uma revisão crítica
Paulo Leminski, o bandido que sabia latim - falecido em 1989.TEMA DA PALESTRA de Toninho Vaz:
Introdução à poética de Paulo Leminski – Duração: 2 horas.
O tema se desenvolve a partir das influências literárias e dados biográficos do poeta curitibano. As escolhas intelectuais de Leminski, desde a infância até os últimos dias, fornecem elementos para uma iniciação à literatura com ênfase na poesia. Aqui estuda-se o paideuma leminskiano e sua importância para a literatura brasileira.
O autor Toninho Vaz oferece:
1 – Apostila com 9 páginas que devem ser impressas e distribuídas gratuitamente aos alunos e professores – que podem, assim, acompanhar o roteiro da palestra (solicitar Apostila). O conteúdo é de responsabilidade do autor e a impressão do contratante;
2 – Projeção de um vídeo (DVD) de 20 minutos mostrando performances raras de Leminski no Jornal de Vanguarda, TV Bandeirantes, 1988.
3 - Leitura de poemas com um convidado especial.
Contato: Valéria Martins - mvalmartins@uol.com.br
terça-feira, 17 de março de 2009
Jogo Sujo
(Foto de Fernando Angulo/SP)Amigos, leitores, a quem interessar:
É com bastante desgaste físico e emocional que venho comunicar-lhes que acabei de propor uma ação judicial com pedido de liminar (aceita pelo juiz na noite de ontem), cujo processo foi autuado sob o número 2009001063693-2 – pela 21ª. Vara Cível - RJ, contra a Editora Record, considerada por alguns a “maior editora da América Latina”.
O motivo central é o meu livro Solar da Fossa, cujo contrato com a editora venceu em 18 de janeiro último sem que a edição estivesse sequer em andamento. Configura-se, portanto, o decurso de prazo.
Vou tentar resumir a querela, do ponto de vista dos aborrecimentos:
1- O livro Solar da Fossa foi escrito por mim para ser lançado como memória de Maio de 68 – portanto deveria estar disponível aos leitores em maio de 2008. A editora ignorou a data – pelo simples fato que ninguém ainda tinha lido os originais que estavam em seus escaninhos desde o início de 2007. Alguns grandes jornais, em suas edições comemorativas aos 40 anos dos eventos culturais de 68, publicaram entrevista comigo sobre o assunto, falando da importância do livro que nem estava no prelo. Ou seja, os repórteres souberam enquadrar o livro no tempo certo, mas a editora não;
2- Posteriormente, foram várias as tentativas de fazer contato com a editora, sem nenhum sucesso. Quatro dias após o término do contrato, ou seja, no dia 22 de janeiro último, enviei email ao senhor Sergio Machado, diretor presidente da Record, com cópia para Luciana Vilas Boas, editora executiva, comunicando o descumprimento do contrato por ele assinado, na cláusula 6, e, portanto, da sua nulidade a partir daquela data. Eu pedia a devolução dos originais e das fotos de ilustração;
3- Eles devolveram o material e, aparentemente, estavam conformados com o próprio desleixo. Apenas aparentemente, pois havia uma estratégia moldada pela má fé;
4- Na última semana, fui surpreendido com uma informação de bastidores que me deixou atônito: a Record, à revelia, estaria imprimindo o livro para lançar às pressas no mercado, atropelando a lei e o bom senso. Isto aconteceu no momento em que eu analisava propostas de outras duas editoras;
5- Não eram suspeitas: bastou um telefonema às livrarias para descobrir que os livros já estão impressos e previstos para serem comercializados até o dia 21 próximo (está no sistema de quatro grandes livrarias da cidade). Sem nenhum comunicado ao autor, eles utilizaram uma versão desatualizada de 2007, sem as dezenas de fotos que estão comigo, algumas colhidas apenas recentemente. E mais: ficaram de fora pelo menos 20 novas páginas que escrevi durante o tempo de espera para que alguém me procurasse com a intenção de trabalhar na edição. O livro tem novos personagens e novo título (a Record está usando o título de trabalho, como consta no contrato);
6- Escolher a mim como vítima da irresponsabilidade administrativa da empresa, seria até aceitável – de um ponto de vista estreito – mas atingir o leitor com um trabalho tosco e irresponsável, me parece o agravante desta sórdida história. Minha decisão não poderia ser outra: evitar, através de medida judicial, que tal sandice seja cometida;
7- Eu, Toninho Vaz, não reconheço o livro que por ventura estiver nos próximos dias nas prateleiras das livrarias;
8- Impedido pela ética de entabular conversações com uma nova editora – que possa merecer o trabalho de três anos de pesquisa –, aguardo a decisão da Justiça;
9- Tenho documentos que comprovam tudo que estou afirmando nesta nota oficial. Agora é com a minha advogada, Tânia Borges Pereira (OABRJ 97582), e com a Justiça.
Sinceramente
Toninho Vaz
Rio de Janeiro, 16 de março de 2009
É com bastante desgaste físico e emocional que venho comunicar-lhes que acabei de propor uma ação judicial com pedido de liminar (aceita pelo juiz na noite de ontem), cujo processo foi autuado sob o número 2009001063693-2 – pela 21ª. Vara Cível - RJ, contra a Editora Record, considerada por alguns a “maior editora da América Latina”.
O motivo central é o meu livro Solar da Fossa, cujo contrato com a editora venceu em 18 de janeiro último sem que a edição estivesse sequer em andamento. Configura-se, portanto, o decurso de prazo.
Vou tentar resumir a querela, do ponto de vista dos aborrecimentos:
1- O livro Solar da Fossa foi escrito por mim para ser lançado como memória de Maio de 68 – portanto deveria estar disponível aos leitores em maio de 2008. A editora ignorou a data – pelo simples fato que ninguém ainda tinha lido os originais que estavam em seus escaninhos desde o início de 2007. Alguns grandes jornais, em suas edições comemorativas aos 40 anos dos eventos culturais de 68, publicaram entrevista comigo sobre o assunto, falando da importância do livro que nem estava no prelo. Ou seja, os repórteres souberam enquadrar o livro no tempo certo, mas a editora não;
2- Posteriormente, foram várias as tentativas de fazer contato com a editora, sem nenhum sucesso. Quatro dias após o término do contrato, ou seja, no dia 22 de janeiro último, enviei email ao senhor Sergio Machado, diretor presidente da Record, com cópia para Luciana Vilas Boas, editora executiva, comunicando o descumprimento do contrato por ele assinado, na cláusula 6, e, portanto, da sua nulidade a partir daquela data. Eu pedia a devolução dos originais e das fotos de ilustração;
3- Eles devolveram o material e, aparentemente, estavam conformados com o próprio desleixo. Apenas aparentemente, pois havia uma estratégia moldada pela má fé;
4- Na última semana, fui surpreendido com uma informação de bastidores que me deixou atônito: a Record, à revelia, estaria imprimindo o livro para lançar às pressas no mercado, atropelando a lei e o bom senso. Isto aconteceu no momento em que eu analisava propostas de outras duas editoras;
5- Não eram suspeitas: bastou um telefonema às livrarias para descobrir que os livros já estão impressos e previstos para serem comercializados até o dia 21 próximo (está no sistema de quatro grandes livrarias da cidade). Sem nenhum comunicado ao autor, eles utilizaram uma versão desatualizada de 2007, sem as dezenas de fotos que estão comigo, algumas colhidas apenas recentemente. E mais: ficaram de fora pelo menos 20 novas páginas que escrevi durante o tempo de espera para que alguém me procurasse com a intenção de trabalhar na edição. O livro tem novos personagens e novo título (a Record está usando o título de trabalho, como consta no contrato);
6- Escolher a mim como vítima da irresponsabilidade administrativa da empresa, seria até aceitável – de um ponto de vista estreito – mas atingir o leitor com um trabalho tosco e irresponsável, me parece o agravante desta sórdida história. Minha decisão não poderia ser outra: evitar, através de medida judicial, que tal sandice seja cometida;
7- Eu, Toninho Vaz, não reconheço o livro que por ventura estiver nos próximos dias nas prateleiras das livrarias;
8- Impedido pela ética de entabular conversações com uma nova editora – que possa merecer o trabalho de três anos de pesquisa –, aguardo a decisão da Justiça;
9- Tenho documentos que comprovam tudo que estou afirmando nesta nota oficial. Agora é com a minha advogada, Tânia Borges Pereira (OABRJ 97582), e com a Justiça.
Sinceramente
Toninho Vaz
Rio de Janeiro, 16 de março de 2009
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
Entrevista a Gazeta de Alagoas
Entrevista a Janayna Ávila publicada em 21 de dezembro de 2008. Foto Vinicius Alves.ENTREVISTA COM TONINHO VAZ
1. O que representou a trajetória de Luiz Severiano Ribeiro para a indústria cinematográfica brasileira?
TV - Tanto pela cadeia de cinemas, que se espalhavam do Rio até o Nordeste, quanto pela produção de filmes da Atlântida, que era dirigida pelo filho Ribeiro Júnior, o legado deles foi muito grande. Representou um período muito importante para a implantação e formação de uma platéia brasileira voltada para temas brasileiros. Pouco importa se as chanchadas eram ingênuas, alienadas ou precárias tecnicamente. Elas fazem parte da história do Brasil e tornaram-se fenômeno de massa. A chanchada O Homem do Sputnik, de Carlos Manga, com o impagável Oscarito, foi vista por 15 milhões de espectadores numa época em que o Brasil tinha 60 milhões de habitantes. E basta.
2. Suas salas de exibição também foram um marco arquitetônico, não é mesmo?
TV – Com um detalhe: o Severiano Ribeiro quando abria ou construía um cinema, tornava-se proprietário também do imóvel, criando um patrimônio real e não virtual. Se, por alguma estratégia, ele tinha que fechar um cinema, continuava dono do edifício que por sua vez continuava rendendo dividendos. Era arrojado e gostava de conforto e novidades. Seu primeiro cinema foi aberto em 1917, em Fortaleza, e agora a família comemora 90 anos de trabalho no ramo de entretenimento administrando 210 cinemas. Hoje nas mãos de Luiz Severiano Ribeiro Neto.
3. Por que os cinemas de bairro deixaram de existir no País?
TV – Alguns fatores atuaram para afastar os cinemas das ruas: a televisão, a violência e, por outro lado, a oferta de conforto dos shoppings centers, com bares e lanchonetes ao lado.
4. Por que, hoje, o Grupo Luiz Severiano Ribeiro adota, pelo menos com a imprensa, a política do “nada a declarar” sobre qualquer assunto?
TV – Eu desconheço este fato, sinceramente. Sei que no passado, tanto na época do pioneiro Severiano Ribeiro, como na do seu filho, Ribeiro Júnior, havia uma relação áspera com a imprensa. Eles foram muito criticados quando vieram se instalar no Rio de Janeiro. A imprensa, quase toda dominada pelo Partido Comunista, cobrava seriedade e nacionalismo dos filmes, mas as chanchadas ignoravam estes compromissos. Severiano Ribeiro era empresário. E nisso ele era muito bom. Eu reproduzo uma critica do consagrado Stanislaw Ponte Preta acusando Severiano Ribeiro de querer transformar o cinema numa indústria – meta, hoje, do Ministério da Cultura.
5. Qual o aspecto mais interessante da personalidade de Luiz Severiano Ribeiro que você descobriu?
TV – Mesmo sendo um homem rico, por destino de família, ele começou a vida fabricando e vendendo gelo. Foi gerente de hotel e dono de bilhar. Fez muita coisa até conhecer e se apaixonar pelo cinematógrafo. Paixão que se tornou arrebatadora quando as filas começaram a se acumular nas bilheterias dos cinemas, em Fortaleza. Quando chegou ao Rio de Janeiro, em 1925, para ampliar seus negócios, acabou se tornando herdeiro das idéias e de cinemas do pioneiro Francisco Serrador, o espanhol, pai da Cinelândia. Com a morte de Serrador, o cearense Luiz Severiano Ribeiro selou a sua sorte e, ainda na década de 40, ficou conhecido como O rei do cinema.
6. Como um homem cujo nome se tornou sinônimo de cinema no Brasil poderia simplesmente não gostar de cinema?
TV – Ninguém consegue explicar. Ele gostava de construir cinemas, equipá-los com as modernidades tecnológicas e ver o povo fazer fila para garantir um lugar nas cadeiras. O destino caprichoso foi dar ao filho, Ribeiro Jr., aquilo que faltava ao pai: eles se completavam, mas não se confundiam.
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
Entrevista a Jiddu Saldanha para o Cine Mosquito
Entrevista feita por email em dezembro de 2008. Foto Ângelo Cuissi.1 – Como você vê a linguagem cinematográfica explorando os caminhos da literatura?
TV - Como uma tradição do cinema europeu, que transpôs grandes clássicos da literatura para as telas. Vejo com bons olhos e acredito mesmo nesta interação. Muitas obras literárias são, a principio, roteiros perfeitos para a linguagem do cinema. “2001, uma odisséia no espaço”, de Arthur Clark, é um bom exemplo.
2 – Fala um pouco da tua experiência com o audiovisual.
TV - Eu trabalhei em televisão mais de vinte anos produzindo e editando material jornalístico. Sempre gostei da linguagem específica do audiovisual. Comecei antes de existir o vídeo tape, ou seja, eu fazia televisão ao vivo no Paraná. Depois, na TV Globo, no Rio, onde trabalhei por 15 anos, me especializei fazendo diversos programas e exercendo diversas funções. Em Nova York fui chefe de redação do SBT e editor na Globo. Minha experiência nos EUA se concluiu, já na era digital, com três meses de trabalho na CBS Television, onde produzíamos um telejornal em português, apresentado por Eliakim Araújo e Leila Cordeiro, que ainda moram por lá.
3 – O que você recomenda como leitura sobre cinema?
TV - Os meus dois livros onde trato da vida e da obra do cearense Luiz Severiano Ribeiro, tanto como construtor da maior cadeia de cinemas (salas de exibição) do Brasil, quanto como produtor de filmes (chanchadas da Atlântida). Recomendo o recém-lançado O Rei do Cinema (Record), que pode ser encontrado em qualquer livraria. Por vários motivos, esta é uma parte da história do Brasil pouco conhecida, apesar da importância.
3 – Quais são ou foram seus filmes e cineastas preferidos?
TV - Meus clássicos eternos: Cidadão Kane, de Orson Wells; Amarcord, de Fellini; Chinatow, Polanski; Apocalipse Now, de Coppola, e Blade Runner, de Ridley Scott. Homenagem especial a Charles Claplin.
4 - Gostaria que você relatasse fatos curiosos sobre salas de cinema, o que te agrada, como você vê a mudança dos interiores e o fato de muitas salas se transformarem em templos, centros de convenções, supermercados, etc...?
TV - Numa certa medida, as salas de projeções acompanhavam a majestosa arquitetura dos cenários de Hollywood. Era o tom grandiloqüente. O Severiano Ribeiro abriu o primeiro cinema em 1917, em Fortaleza. Agora, em 2007, ou seja, noventa anos depois, a empresa administra 210 cinemas em várias cidades brasileiras. A história do livro acompanha a evolução desta indústria. Na virada deste século, os cinemas foram afugentados das ruas e se refugiaram dentro dos shoppings. É a tendência destes tempos inseguros onde todos procuram conforto e comodidade. Sem falar da televisão, que fez diminuir substancialmente as salas de projeções e as poltronas disponíveis. Então, o mundo virtual chegou.
5 – Quem é Toninho Vaz por Toninho Vaz.
TV - Uma pessoa de sorte e feliz, que trabalha muito para manter este estado de equilíbrio. Sou incansável no trabalho e no prazer – e tive talento para encontrar amigos entre os artistas e artistas entre os amigos.
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