Cinco meses após o lançamento, a editora Casa da Palavra está colocando nas livrarias
a 2a. edição do livro SOLAR DA FOSSA. Vem revisada e atualizada.
sábado, 31 de dezembro de 2011
domingo, 27 de novembro de 2011
Primavera dos livros - como foi
Foi tudo super no bate-papo sobre o poeta Paulo Leminski nos jardins do museu. Estive na mesa com Álvaro Marins (ele organizou com Fred Goes uma edição de poemas do Paulo, nos anos 80), Celina Portocarrero (mediadora), Solange Rebuzzi (defendeu tese de mestrado sobre a poética de Leminski) e Estrela Leminski. E o garçom, é claro! Vocês não podem ver, mas a platéia estava salpicada de milagres. Na foto de Naná.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
A primavera dos livros
Recebi convite da curadoria e aceitei participar da 11ª. Primavera dos Livros que vai acontecer de 24 a 27 deste mês nos jardins do Museu da República (Palácio do Catete). Vou participar de uma mesa de debate sobre a vida e a obra de Paulo Leminski, o poeta da Cruz do Pilarzinho. Não vou estar só, mas ainda não foram confirmados os outros participantes. Quem promove é a Libre – Liga Brasileira de Editoras. (O bom desta feira é que os livros são vendidos com 40% de descontos e, para professores, com 50%.). Na foto de Américo Vermelho, Leminski na casa do Pilarzinho.
sábado, 5 de novembro de 2011
Solar na BN
A revista de História da Biblioteca Nacional comentou o lançamento de Solar da Fossa (Casa da Palavra) em sua edição 73, novembro. Conferiu ao livro de investigação cultural a sua cotação máxima, considerando-o "altamente recomendável". Resenha assinada por Gefferson Rodrigues. Para ler na íntegra, dê um clic na imagem para ampliar.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Memória analógica IX
Bilhete que encontrei em meio às tralhas e papéis. Foi enviado de Curitiba para o Rio, anos 70. Vinha assinado pelo poeta Paulo Leminski (que me chamava de Martins – portanto, Marta é uma curruptela para me zoar) e faz referência ao jornal Raposa editado pelo mestre da arte gráfica, Miran. Ao lado, à esquerda, um texto transverso que me permito ajudar na leitura: "Alô gordinho sensual, estou indo p/S.Paulo na proxima semana. meu tel é 549.2038. aquele abraço, Jack Pires (fotógrafo paulista que deixava Curitiba onde trabalhou durante anos. O Jack faleceu logo depois.). Os missivistas estavam se divertindo no botequim Bife Sujo, nosso QG em Curitiba. Minhas memórias analógicas.
terça-feira, 1 de novembro de 2011
SOLAR na Estação
Foi animado o sábado na Estação das Letras, em Botafogo, para tratar de assuntos do Solar da Fossa. Um buquê de amigos novos e antigos. A foto é de Chiquito Chaves.
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Próxima Estação
No sábado, 29 de outubro, estarei conduzindo conversa informal sobre o livro Solar da Fossa (Casa da Palavra) no evento Livros na Mesa, na Estação das Letras, no Flamengo. Traga um livro que você já leu e troque por um inédito que alguém vai trazer. Vai ser sábado, 29, a partir das 15 horas. Informações: 21 – 3237-3947.
terça-feira, 18 de outubro de 2011
SOLAR na ESPN
Recebido pelo apresentador Dudu e pelo editor José Trajano participei do programa Pontapé Inicial, atração matinal no canal esportivo. A emissora inaugurava seus novos estúdios cariocas, em Botafogo, e preparou um programa muito bem ilustrado, com fotos e referêcias aos ex-moradores do Solar. Fiquei muito à vontade, entre amigos.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Solar da Fossa
Entrevistado por Leila Richers no programa Cidade de Leitores, do canal Multirio, pude falar do lançamento do Solar da Fossa e de outros livros. Agosto 2011. Foto de Júlio dos Anjos
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Anjos tortos
Luiz Carlos Maciel, Mônica Ramalho (mediadora), Fred Coelho e Toninho Vaz. Foto Débora Amorim
Em Brasília, antes do lançamento do Solar da Fossa, no CCBB, participei de uma rodada de conversa denominada Anjos tortos, a MPB gauche na vida, uma homenagem a seis talentos digamos, esquisitos: Wilson Simonal, Raul Seixas, Waly Salomão, Sérgio Sampaio, Torquato Neto e Itamar Assumpção. O evento começou no dia 15 e segue até outubro, sempre nos finais de semana.
Na abertura, fizemos um painel da contracultura no Brasil, notadamente nos anos 60/70, discutindo o papel dos anjos tortos neste contexto.
Mais sobre o evento: www.anjostortos.com.br
Em Brasília, antes do lançamento do Solar da Fossa, no CCBB, participei de uma rodada de conversa denominada Anjos tortos, a MPB gauche na vida, uma homenagem a seis talentos digamos, esquisitos: Wilson Simonal, Raul Seixas, Waly Salomão, Sérgio Sampaio, Torquato Neto e Itamar Assumpção. O evento começou no dia 15 e segue até outubro, sempre nos finais de semana.
Na abertura, fizemos um painel da contracultura no Brasil, notadamente nos anos 60/70, discutindo o papel dos anjos tortos neste contexto.
Mais sobre o evento: www.anjostortos.com.br
SOLAR em Brasília
Mais um lançamento capaz de mexer com as minhas emoções. Foi na livraria Dom Quixote, no belíssimo CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), dia 15 de setembro. Alguns personagem do livro, ex-moradores do Solar da Fossa, apareceram para dar brilho à noite: o senador Cristovam Buarque (foi o entrevistado no. 100, o último) e o jornalista pernambucano Carlos Marques (esteve também no lançamento carioca, na Argumento). A azeitona no meu drink foi o guru de todos nós, Luiz Carlos Maciel (na primeira foto), que frequentou bastante a pensão, embora não fosse morador.
A livraria estava florida de gente interessante. Muitos amigos hoje morando em BSB levaram seus afagos (alguns já tinham lido o livro) a este autor que, como dizia o cartunista Solda, anda mais faceiro do que mosca em tampa de xarope.
A livraria estava florida de gente interessante. Muitos amigos hoje morando em BSB levaram seus afagos (alguns já tinham lido o livro) a este autor que, como dizia o cartunista Solda, anda mais faceiro do que mosca em tampa de xarope.
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
SOLAR no programa do Jô
Gravação feita na tarde do dia 23.09.2011. Foi ao ar na Rede Globo na mesma noite:
http://youtu.be/L4HwBMHG96c
http://youtu.be/L4HwBMHG96c
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
SOLAR DA FOSSA em Sampa
SOLAR DA FOSSA em Curitiba
Oficina em Araçatuba
Uma platéia atenta e comprometida com o trabalho procurou a programação cultural do
SESC para discutir e exercitar coisas da escrita (redação). Falamos de métodos para ensinar literatura, ou seja, a indicação de bons autores e bons livros. A oficina, prevista para durar três horas, passou trinta minutos do horário por absoluto interesse das partes... Aconteceu no sábado, dia 13 de agosto.(foto de Graziela Nunes)
SESC para discutir e exercitar coisas da escrita (redação). Falamos de métodos para ensinar literatura, ou seja, a indicação de bons autores e bons livros. A oficina, prevista para durar três horas, passou trinta minutos do horário por absoluto interesse das partes... Aconteceu no sábado, dia 13 de agosto.(foto de Graziela Nunes)
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Lançamento SOLAR DA FOSSA
Aconteceu dia 2 de agosto, na livraria Argumento do Leblon. Os meninos fizeram o vídeo com um celular:
www.youtube.comsegunda-feira, 25 de julho de 2011
Convite - lançamento Solar
Se você não quiser ampliar para conferir o texto, saiba que a noite de autógrafos vai ser dia 2 de agosto na livraria Argumento, no Leblon. A partir das 19 horas.
domingo, 17 de julho de 2011
Reportagem do Estadão
Casa da mãe Jurema
Por Jotabe Medeiros
Vai para as livrarias Solar da Fossa, o livro que conta saga de pensão carioca onde fermentou, nos anos 60, o pop nacional.
De 1964 a 1971, uma pensão instalada num casarão de dois andares na Avenida Lauro Sodré, em Botafogo (onde hoje é o Shopping RioSul) abrigou a grande faísca da cultura pop brasileira. Ali viveram, em momentos simultâneos ou distintos, Gal Costa, Tim Maia, Paulo Coelho, Paulinho da Viola, Betty Faria, Antônio Pitanga, Zé Kétti, Guarabyra, Caetano Veloso, entre inúmeros outros.
Os de passagem eram igualmente famosos: o bailarino Lenny Dale, o escritor francês Jean Genet, o cantor Milton Nascimento, o ator José Wilker, o artista plástico Hélio Oiticica. Ali foram gestadas canções como Alegria Alegria, de Caetano Veloso, e Sinal Fechado, de Paulinho da Viola. O guitarrista dos Fevers e o policial do esquadrão da morte Mariel Mariscott exibiram sua batida (o primeiro) e suas correntes de ouro (o segundo).
"Curtíamos a falta de comida e a luta pelo sucesso", conta hoje a atriz Darlene Glória. O Solar da Fossa ficou para a cultura pop brasileira como o Chelsea Hotel para a cultura pop nova-iorquina (no lendário Chelsea viveram artistas como Patti Smith, Robert Mapplethorpe, Joni Mitchell, Janis Joplin, Jimi Hendrix, Leonard Cohen e outros). O problema é que a história do Solar esfarelou-se com sua demolição, em 1974.
Finalmente, chega às livrarias amanhã um volume que conta toda essa história, remontada pelo escritor curitibano Toninho Vaz (autor de O Bandido que Sabia Latim, biografia de Paulo Leminski). Solar da Fossa - Um Território de Liberdade, Impertinências, Ideias e Ousadias (Ed. Casa da Palavra) chega com um atraso de 3 anos - chegou a ser impresso na Ed. Record, mas um desacordo entre autor e editora melou a publicação.
Na pensão da sexy e misteriosa Dona Jurema, figura que excitava a imaginação dos moradores (e que é descrita por Caetano Veloso no livro Verdade Tropical), o mundo cultural brasileiro como o conhecemos hoje dividia cigarros e bebidas e sonhava com o futuro. Chico Buarque conheceu Marieta Severo ali naquele pátio. Caetano compôs ali sua primeira canção tropicalista, Paisagem Útil.
Solar da Fossa era o nome de "fantasia" do local, batizado pelo carnavalesco salgueirense Fernando Pamplona - que foi parar lá após separar-se da mulher. Seu verdadeiro nome era Pensão Santa Terezinha. O homem ia à Lua, vivia-se a Era de Aquarius, o AI-5 tolhia as liberdades políticas, Charles Manson assassinava Sharon Tate. No Solar, o clima era outro: solidariedade, parcerias artísticas, delírio, ritmo dionisíaco regado a uísque London Tower e conhaque Dreher. E galhofa. O compositor Guarabyra dedicou-se a usar seu gravador para registrar ruídos de uma transa do ator Antônio Pedro com a namorada, e cujo resultado foi exibido no Teatro Casa Grande.
Quase ninguém tinha carro, atravessava-se o Túnel Novo a pé; jogavam-se peladas no pátio, ensaiavam-se peças de teatro e musicais pelos quartos, escreviam-se romances que mudariam a história da literatura (foi lá que Paulo Leminski escreveu o seu famoso Catatau). "A média de idade no Solar devia ser de 23, 24 anos. Eu era dos mais jovens - 19 anos quando fui morar lá, em dezembro de 1967, depois de mais de um ano de flerte com o lugar", conta o escritor Ruy Castro.
"No meu apartamentinho no Solar da Fossa, comecei a compor uma canção que eu desejava que fosse fácil de apreender por parte dos espectadores e, ao mesmo tempo, caracterizasse de modo inequívoco a nova atitude que queríamos inaugurar", escreveu Caetano Veloso em suas memórias. "Tinha de ser uma marchinha alegre, de algum modo contaminada pelo pop internacional, e que trouxesse na letra algum toque crítico-amoroso sobre o mundo no qual esse pop se dava". E assim nasceu Alegria Alegria ("Mandei plantar/folhas de sonho no Jardim do Solar").
"O Solar tem um perfil mítico porque muito se fala dele e pouco se conhece. A maioria diz: Eu já ouvi falar!", conta o autor, Toninho Vaz. Ao contrário da tradição europeia e americana, que põe plaquinhas nos lugares onde a História se desenvolveu, do Solar - ficaria ali entre o Canecão, o Shopping e o túnel - não sobrou nem poeira. Vive só na memória dos que o habitaram. (continua abaixo)
-------
NASCIDAS NO SOLAR
Músicas compostas no local
- Cristina e Padre Cícero, de Tim Maia
- Alegria Alegria; Panis et Circenses e Paisagem Útil, de Caetano Veloso
- Quero voltar pra Bahia; Pingos de amor; Um chope pra distrair, de Paulo Diniz
- Roda Viva, o arranjo do MPB 4 para a música de Chico
- Sinal Fechado, Paulinho da Viola
- Stella, de Fabio
(O Estado de São Paulo – 7/07/2011)
Veja a reportagem completa no link:
http://www.estadao.com.br/noti cias/arteelazer,casa-da-mae-ju rema,741468,0.htm
Por Jotabe Medeiros
Vai para as livrarias Solar da Fossa, o livro que conta saga de pensão carioca onde fermentou, nos anos 60, o pop nacional.
De 1964 a 1971, uma pensão instalada num casarão de dois andares na Avenida Lauro Sodré, em Botafogo (onde hoje é o Shopping RioSul) abrigou a grande faísca da cultura pop brasileira. Ali viveram, em momentos simultâneos ou distintos, Gal Costa, Tim Maia, Paulo Coelho, Paulinho da Viola, Betty Faria, Antônio Pitanga, Zé Kétti, Guarabyra, Caetano Veloso, entre inúmeros outros.
Os de passagem eram igualmente famosos: o bailarino Lenny Dale, o escritor francês Jean Genet, o cantor Milton Nascimento, o ator José Wilker, o artista plástico Hélio Oiticica. Ali foram gestadas canções como Alegria Alegria, de Caetano Veloso, e Sinal Fechado, de Paulinho da Viola. O guitarrista dos Fevers e o policial do esquadrão da morte Mariel Mariscott exibiram sua batida (o primeiro) e suas correntes de ouro (o segundo).
"Curtíamos a falta de comida e a luta pelo sucesso", conta hoje a atriz Darlene Glória. O Solar da Fossa ficou para a cultura pop brasileira como o Chelsea Hotel para a cultura pop nova-iorquina (no lendário Chelsea viveram artistas como Patti Smith, Robert Mapplethorpe, Joni Mitchell, Janis Joplin, Jimi Hendrix, Leonard Cohen e outros). O problema é que a história do Solar esfarelou-se com sua demolição, em 1974.
Finalmente, chega às livrarias amanhã um volume que conta toda essa história, remontada pelo escritor curitibano Toninho Vaz (autor de O Bandido que Sabia Latim, biografia de Paulo Leminski). Solar da Fossa - Um Território de Liberdade, Impertinências, Ideias e Ousadias (Ed. Casa da Palavra) chega com um atraso de 3 anos - chegou a ser impresso na Ed. Record, mas um desacordo entre autor e editora melou a publicação.
Na pensão da sexy e misteriosa Dona Jurema, figura que excitava a imaginação dos moradores (e que é descrita por Caetano Veloso no livro Verdade Tropical), o mundo cultural brasileiro como o conhecemos hoje dividia cigarros e bebidas e sonhava com o futuro. Chico Buarque conheceu Marieta Severo ali naquele pátio. Caetano compôs ali sua primeira canção tropicalista, Paisagem Útil.
Solar da Fossa era o nome de "fantasia" do local, batizado pelo carnavalesco salgueirense Fernando Pamplona - que foi parar lá após separar-se da mulher. Seu verdadeiro nome era Pensão Santa Terezinha. O homem ia à Lua, vivia-se a Era de Aquarius, o AI-5 tolhia as liberdades políticas, Charles Manson assassinava Sharon Tate. No Solar, o clima era outro: solidariedade, parcerias artísticas, delírio, ritmo dionisíaco regado a uísque London Tower e conhaque Dreher. E galhofa. O compositor Guarabyra dedicou-se a usar seu gravador para registrar ruídos de uma transa do ator Antônio Pedro com a namorada, e cujo resultado foi exibido no Teatro Casa Grande.
Quase ninguém tinha carro, atravessava-se o Túnel Novo a pé; jogavam-se peladas no pátio, ensaiavam-se peças de teatro e musicais pelos quartos, escreviam-se romances que mudariam a história da literatura (foi lá que Paulo Leminski escreveu o seu famoso Catatau). "A média de idade no Solar devia ser de 23, 24 anos. Eu era dos mais jovens - 19 anos quando fui morar lá, em dezembro de 1967, depois de mais de um ano de flerte com o lugar", conta o escritor Ruy Castro.
"No meu apartamentinho no Solar da Fossa, comecei a compor uma canção que eu desejava que fosse fácil de apreender por parte dos espectadores e, ao mesmo tempo, caracterizasse de modo inequívoco a nova atitude que queríamos inaugurar", escreveu Caetano Veloso em suas memórias. "Tinha de ser uma marchinha alegre, de algum modo contaminada pelo pop internacional, e que trouxesse na letra algum toque crítico-amoroso sobre o mundo no qual esse pop se dava". E assim nasceu Alegria Alegria ("Mandei plantar/folhas de sonho no Jardim do Solar").
"O Solar tem um perfil mítico porque muito se fala dele e pouco se conhece. A maioria diz: Eu já ouvi falar!", conta o autor, Toninho Vaz. Ao contrário da tradição europeia e americana, que põe plaquinhas nos lugares onde a História se desenvolveu, do Solar - ficaria ali entre o Canecão, o Shopping e o túnel - não sobrou nem poeira. Vive só na memória dos que o habitaram. (continua abaixo)
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NASCIDAS NO SOLAR
Músicas compostas no local
- Cristina e Padre Cícero, de Tim Maia
- Alegria Alegria; Panis et Circenses e Paisagem Útil, de Caetano Veloso
- Quero voltar pra Bahia; Pingos de amor; Um chope pra distrair, de Paulo Diniz
- Roda Viva, o arranjo do MPB 4 para a música de Chico
- Sinal Fechado, Paulinho da Viola
- Stella, de Fabio
(O Estado de São Paulo – 7/07/2011)
Veja a reportagem completa no link:
http://www.estadao.com.br/noti
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